Em 2004 Junks (Batera), Klebão (Baixo), que então formavam outra banda, conheceram através de Lucas (Guitarra), Cássia (Vocal).Em menos de um mês a Redoma já se apresentava em festivais e em concursos de bandas, saindo vencedora em sua grande maioria. A mistura de personalidades e histórias de vidas diferentes, porém com muitas coisas em comum, deram o diferencial ao trabalho. Já em processo acelerado de criação conheceram em 2006 o produtor musical Ray Z, que até hoje integra a equipe da banda. Essa parceria resultou no primeiro álbum, intitulado Redoma, e retrata visões do mundo sob um ponto de vista muitas vezes poético. Com uma forte sonoridade e com músicas bem trabalhadas a Redoma tem conquistado público que comparece aos shows. Com muita humildade, energia e originalidade vem conquistando também espaço em revistas, TVs e rádios. Em seu currículo constam shows com Cachorro Grande, Autoramas, Nei Lisboa, abertura do show da banda norte-americana Evanescence e a participação como atração da festa de 11 anos da rádio Pop Rock. Agora buscam ampliar seu público e parcerias tendo como objetivo um reconhecimento nacional. A banda considera seu som um ‘peso agradável’, e rock pesado na minha opinião é sempre agradável, mas resumindo é "porrada pra sair assobiando".
Redoma se apresenta juntamente com Neuro Ruptura na Noite da Corja
Quinta 07/08 23h
Garagem Hermética
No som o groove e o peso dos anos 90 com Domício Grillo
Com influência declarada pelos próprios integrantes de banda como SLIPKNOT,KORN,LIMPBIZKIT,LINKINPARK, SYSTEM OF A DONW, MUDVAYNE, ADEMA, SOULFLY, COALCHAMBER, STATYC-x, ILL NINO, P.O.D... e todos tipos e estágios de NEW-METAL... A Neuro Rupturaesta em sintonia com o novo e não com o "de novo". A banda apresenta o velho metal com a roupagem do new. Ou seja, vale jogar de tudo no caldeirão, desde que se aqueça muito e se coloque muita pressão! Segundo a gurizada de Guaíba, que em 2002 formou a banda Ruptura projeto que em 2003 já era Neuro Ruptura acrescida de novos membros: o grupo faz um pesado seguindo sempre suas intuições.
Neuro Ruptura se apresenta na Noite da Corja junto com Redoma Quinta 07/08 23 h Garagem Hermética No som o groove e o peso dos anos 90 com Domício Grillo
Junto com Show do Matanza a galera também pode curtir duas banda da cidade que estão na batalha já vai algum tempo. A Fantástico Mundo de Débi ou apenas FMDebi fez o pré-lançamento de seu primeiro cd "Minh aTia Vesga é Caolha". Os guris na onda do hc com melodias cantaroláveis pegou o público "sedento por sangue" ou por Matanza. Acabaram sendo o Débi e seus parceiros um prato cheio prá um público impaciente e "sem saco de ouvir banda de abertura".
A Grosseria abriu a noite e encontrou um público mais de "sangue doce". Logo em seguida a banda já botou o sangue dessa galera pra ferver. Mandando muito bem na velha pegada noventista do crossover, de misturar elementos de outros sons com som pesado a Grosseria fez um bom show apesar do som no local não colaborar muito. Aquela velha história que as bandas que já fizeram algum show de abertura conhecem bem.
Se a Grosseria representa bem essa coisa que eu considero bem característica da década de 90 que é a mistura de sons, no próximo domingo temos quase uma viajem no tempo. A Grosseria ressurgiu lá dos anos 90, depois de um tempo de recesso. Desde do retorno da banda pra cá os guris tem feito um corre danado e agitado muitos shows, e agora vem a "cerejinha do bolo" com o show de abertura para o Suicidal Tendencies.
Tenho certeza que vou encontrar muita gente que não vejo a tempos nesse show. Muito nego lembrando dos anos 80 e 90 e pensando que ainda rola espaço pra muita coisa boa aparecer. Se criar e se recriar. Chegando cedo e curtindo as bandas de abertura que for ao show vai entender o que eu estou dizendo.
Antes disso fica aí um registro do show da Grosseria no domingo dia 27/07 junto com a FMDebi e o Matanza.
Conheço o Pisca a muito tempo. Da época que a galera tocava em qualquer coreto de praça. O lance era mostrar o trhash-metal que se fazia por aqui. Nossas bandas, vez que outra, se cruzavam em empreitadas malditas e muquifos ordinários. De baixista a produtor o cara correu um longo caminho ( digo correu e não caminhou, porque pra chegar a algum lugar é necessário correr sem parar pra descansar). Como produtor o Pisca continua na pilha de fazer, de agitar do reggae ao metal extremo o cara ta na fita.
Ta e o Matanza? O show do Matanza, num domingão de muita chuva, foi mais uma produção do Pisca e sua Produtora. E foi um baitagol. Falando em gol, que mania estúpida que o público gaúcho tem de ir a show cantar hino de torcida de futebol. Só isso pra mim já é bizarro, mas os caras, em uma total falta de respeito com os artistas, entoam seus hinos enquanto os músicos tocam no palco.
Bom voltando a parte bacana do show. A música. O Matanza é uma excelente banda, tanto na originalidade das letras e da mistura inusitada de som pesado e country, quanto na presença de palco e sintonia com o público. Algo que me agrada muito é o fato da banda ao vivo carregar no peso, a parada beira o death-metal. Só isso, ou tudo isso, já vale uma conferida no show dos caras.
Resumindo. Apesar da chuva incessante do domingo casa lotada e belo show. E o Matanza abriu assim a sua apresentação em Porto Alegre.