sábado, 27 de setembro de 2008
Porto dos Mortos
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Porcos na Rede
"Assista diretamente no blog do diretor ao curta “Porcos não olham para o céu” que marcou minha estréia na direção de produção trata de uma garota que sofre de TOC Transtorno Obsessivo Compulsivo, já participou de festivais de cinema no Brasil, EUA e Europa sendo premiado 12 vezes, entre eles Melhor Curta Digital, Melhor Fotografia, Melhor Atriz e Trilha Sonora do V Curta Santos, Melhor Diretor e Roteiro do 12 CINE PE.
Sinopse:Você tem mania de quê? Catarina tem de tudo,de limpeza, organização e até de curiosidades. Cansada de tudo resolve acabar com a sua vida. Esperando pelo fim de sua agonia algo inesperado desperta a sua curiosidade e ai que ela se lembra da sua decisão e precisa agir rápido se quiser voltar atrás.
Você pode acessar ao Blog pelo link abaixo.
http://danielmarvel.blogspot.com/"
Viral
Catalisamos. Geramos energia. Recuperamos o poder de contagio
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Corja Continua no Ar
Enquanto flutuo por aí com olhos fixos no chão, enxergo melhor.
Visualizo melhor, pessoas que como formiguinhas segue um trilho. Algumas carregando suas folhinhas nas costas, outras cantando se dizendo cigarras.
Olho para esse vai-e-vem e penso... não, não penso a cabeça está nas nuvens como pensar. Se manter pairando é bom pra cabeça. Botar os pés no chão, hum...
O Projeto Corja anda voando por aí. Alto, olhando de longe. Não como os urubus, o alvo não é a carniça. Não como a águia, o alvo não é uma lebre ou outro pequeno animal.
Corações e mentes são o alvo.
Nos próximos dias o Corja vai pousar, em voos rasantes atacando suas vítimas no peito, na cabeça.
Voar acima da poluição. Longe do vai-e-vem das formigas...
terça-feira, 29 de julho de 2008
Redoma

A banda considera seu som um ‘peso agradável’, e rock pesado na minha opinião é sempre agradável, mas resumindo é "porrada pra sair assobiando".
Neuro Ruptura
A Neuro Ruptura esta em sintonia com o novo e não com o "de novo". A banda apresenta o velho metal com a roupagem do new. Ou seja, vale jogar de tudo no caldeirão, desde que se aqueça muito e se coloque muita pressão!
Segundo a gurizada de Guaíba, que em 2002 formou a banda Ruptura projeto que em 2003 já era Neuro Ruptura acrescida de novos membros: o grupo faz um pesado seguindo sempre suas intuições.
Neuro Ruptura se apresenta na Noite da Corja junto com Redoma
Quinta 07/08 23 h
Garagem Hermética
No som o groove e o peso dos anos 90 com Domício Grillo
Grosseria Matanza e Suicidal Tendencies
Matanza Ressaca Sem Fim no Opinião
Ta e o Matanza? O show do Matanza, num domingão de muita chuva, foi mais uma produção do Pisca e sua Produtora. E foi um baita gol. Falando em gol, que mania estúpida que o público gaúcho tem de ir a show cantar hino de torcida de futebol. Só isso pra mim já é bizarro, mas os caras, em uma total falta de respeito com os artistas, entoam seus hinos enquanto os músicos tocam no palco.
Bom voltando a parte bacana do show. A música. O Matanza é uma excelente banda, tanto na originalidade das letras e da mistura inusitada de som pesado e country, quanto na presença de palco e sintonia com o público. Algo que me agrada muito é o fato da banda ao vivo carregar no peso, a parada beira o death-metal. Só isso, ou tudo isso, já vale uma conferida no show dos caras.
Resumindo. Apesar da chuva incessante do domingo casa lotada e belo show. E o Matanza abriu assim a sua apresentação em Porto Alegre.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Gotham Beggars Syndicate

Pois enfim chegou o disco de estréia da Damn Laser Vampires. Lançado por uma gravadora gringa( Devil's Ruin Records ) o disco Gotham Beggars Syndicate traz novas e velhas canções remasterizadas. O meu lance não é fazer resenha crítica de porra nenhuma, então ouçam o disco. O que vale dizer é que os vampiros no momento são o grande sopro de novidade que a nossa cidadezinha precisava. Mesmo levando-se em consideração que a banda se apresenta com muito mais freqüência fora da cidade . Culpa do velho público, do velho habito da mídia local e dos donos de bares. Realmente é difícil o novo conviver com o velho. Principalmente se o velho estiver rançoso e fadado ao fracasso.
Tinha esquecido de comentar os vampires são muito gente. Estão ligados em outras bandas da cidade ( ao contrário de muitos músicos metidos a star que não participam de nada além da sua panelinha) vão e participam dos shows (sabe, em Porto Alegre todo mundo quer ser artista mas ninguém quer ser público).
Aproveitando o lançamento segue aí uma entrevista com os Damn Laser Vampires publicada aqui no aqui no Corja já vai algum tempo também o serviço dos caras de como catar o cd.
Pra completar durante o 4 Fantaspoa os caras também estarão participando se liga ai.
DLV NO FANTASPOA

A banda participa de uma sessão comentada do documentário ” Voodoo Rhythm – The Gospel of Primitive Rock‘n’Roll” dia 09 de agosto às 21h, juntamente com André Kleinert , falando sobre a conexão entre o rock independente e o cinema de horror, bem como as influências que um exerce sobre o outro. Na sala Norberto Lubisco (CCMQ).
Paralelo ao Festival, a exposição “Malditos Desenhos Laser” exibe mais de uma centena de ilustrações dos Damn Laser Vampires no saguão principal da Casa de Cultura Mário Quintana.
E dia 10/08 no encerramento do Festival, a banda toca no Porão do Beco.
Programação completa do FANTASPOA: http://www.fantaspoa.com/
Bacadabro - A Entrevista
Cor já: A DLV é banda do mundo e não de Porto Alegre, apenas, por causa da web ou o quê?DLV: É inegável que sem a internet não teríamos feito nem a metade. Não teria havido MySpace, não teríamos tido atenção do selo, não teríamos feito os contatos preciosos que temos com pessoas de diversas partes do mundo (pelo menos não com a mesma velocidade), ou seja, não teríamos o controle que temos sobre nós mesmos e portanto provavelmente não teríamos ido adiante. Mas a internet é um parceiro, não uma razão de existir. Fazendo justiça a nós, a gente trabalha pra c****. Há outros elementos a nosso favor – o idioma que escolhemos, a mistura de sons que usamos, e que justamente nos deu uma exclusividade que ajudou a chamar atenção... mas o principal é que nós não paramos de trabalhar. Nunca. Quando você faz tudo sozinho, o esforço é maior, mas aumentam as chances de conseguir os resultados que você quer.
C: A banda tem participado de shows em outras cidades brasileiras, às vezes, com mais assiduidade que em Porto Alegre. A cidade tá meio devagar, em alguns aspectos relativos à musica? Público, donos de bar, bandas sei lá , parece que alguma coisa não fecha muito bem.DLV: Sim, a gente percebeu uma mudança muito nítida nesses últimos meses em Porto Alegre. Pra pior. Bares fecharam, grande parte do público de rock passou a preferir as festas de eletro (que se multiplicaram muito)... e continua sendo muito difícil pras bandas que não têm equipamento próprio produzirem os shows sozinhas. Na maioria das vezes, a casa só disponibiliza o espaço físico e as bandas têm que correr atrás de equipamento, transporte, divulgação... no fim das contas, a parte da bilheteria que sobra pras bandas às vezes é tão pequena que não cobre nem os gastos. Por isso temos tocado mais fora da capital.Num lugar como São Paulo, por exemplo, nós encontramos um cenário radicalmente diferente: a infra-estrutura das casas em que tocamos é ótima, não falta equipamento, e os lugares enchem. E os cachês são bons. Você pode tratar previamente e acertar um pagamento decente, que cobre os investimentos da viagem.Gostaríamos de tocar bem mais em Porto Alegre – é o melhor público de todos, isso não temos dúvida; é onde se faz as melhores rodas punks, são os shows em que mais nos divertimos.Nós achamos que, em parte, a situação do rock em Porto Alegre poderia ser melhor resolvida se os donos dos bares compreendessem melhor as necessidades das bandas e fossem mais parceiros. É claro que é uma questão que passa por outros fatores; seria preciso mexer em toda uma mentalidade “coletiva”, o que inclui os hábitos culturais da população também. Muitas bandas mesmo (às vezes veteranas, com mais de uma década de estrada) não se importam em conviver com essa precariedade e acham muito normal tocar de graça, por exemplo. “Só pela diversão”. Não parece ser o tipo de ajuda que a cena independente está precisando pra se valorizar.
Corjeano:Tomar conta da carreira é legal mas pode levar facilmente pra qualquer um dos lados, para o sucesso e o prazer da autonomia, ou para o desespero e o ostracismo do "o que é que eu faço agora?". A DLV dá mais prazer ou mais trabalho? (eu imagino a resposta, mas a pergunta é só pra instigar mesmo)Vampiragem: Hahaha! Dá muito trabalho, sem dúvida. Mas fazemos porque gostamos! A banda é formada por três ilustradores, amantes de cinema, quadrinhos e música. É normal que a gente queira dar continuidade a tudo isso, porque são coisas que nos dão muito prazer. Mas nada disso vem sem muito trabalho. Além da criação, nós também cuidamos de todo o resto – contatos, agenda, divulgação, promoção, e tudo isso principalmente pra estar lá no palco. Não tem espaço pra “desespero e ostracismo”. Claro que só fazemos o que está nas nossas possibilidades, mas procuramos fazer bem. Respondendo a pergunta, a DLV dá trabalho pra poder dar prazer.
sábado, 28 de junho de 2008
Ele Não Quer Sonic e Noite da Corja
Então pra tirar uma febre de comno foi a bagaça, estão postados no corjatv ,lá no youtube, alguns videozinhos. Esse aí é um deles e na sequência estão saindo outros. Enquanto isso ele só quer cantar.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
domingo, 8 de junho de 2008
Aprenda a Organizar Um Show - Com Alê Barreto

Alê Barreto: A publicação na internet atende a duas questões que considero fundamentais para todos os profissionais que trabalham com cultura:compartilhamento da informação e distribuição do conteúdo de forma livre. A publicação do livro físico permite a quem não tem acesso à internet possa também usufruir deste conteúdo.
Alê da Independência:O livro é destinado a músicos e produtores iniciantes. Apesar disso, recebo muitos e-mails de profissionais do teatro, dança, audiovisual que dizem estarem utilizando os conteúdos dos livros para organizarem seus projetos e eventos.
fazia cultura independente a 15 anos atrás se materializou. Também não
chega a tanto mas a coisa melhorou, ou não?
A. B.:A questão é complexa. Acho cedo para comentar que piorou ou melhorou. Acho no fundo que aconteceu as duas coisas: melhorou e piorou. Melhorou em relação à possibilidade de você ter acesso aos meios de produção do conteúdo. Sua casa agora é uma editora, uma gravadora, uma produtora de filmes. Piorou porque todo o acréscimo na produção deconteúdo, por conta da facilidade das novas ferramentas tecnológicas, aumentou a demanda de canais de distribuição e estes continuam bastante concentrados.
Alê:Basicamente irá encontrar referências que considero fundamentais para uma formação multidisciplinar para trabalhar nas áreas da produção cultural. Aponto ali muitos links e trabalhos que considero importantes para uma formação sólida. Ser produtor independente não é passar a noite em pubs discutindo a cultura alternativa. Tem que estudar. E estudar a vida inteira. Eu estou começando e acho que não vou parar nunca de estudar.
Para mim, produtor amador ou produtor iniciante é a mesma coisa. Não acha que a gente deva se preocupar tanto em não ser amador. Se você está iniciando, tem que assumir que é amador. O importante é aprender o que você precisa para ser um profissional competente no que faz
Cinco Anos de Dilúvio

O DILÚVIO não poderia deixar de ser um importante canal de expressão da cultura.
Nesta meia década de jornalismo e entretenimento, nos tornamos uma das melhores e mais conceituadas revistas do país em nosso segmento. Questões polêmicas e atuais foram abordadas em nossas páginas. Discos, filmes e literatura foram comentados em nossas edições. Livros, CD's e DVD's de artistas locais e de outros estados foram encartados a cada edição. Renomados pensadores, jornalistas e músicos escrevem pra revista.
E quando uma nova edição chegava às bancas, O DILÚVIO tratava de produzir um evento para promover a revista e festejar com o público. Bandas como Mundo Livre S/A, Pedrada Afú, Zumbira e Os Palmares, Pata de Elefante e Bataclã FC se apresentaram nas concorridas festas de lançamento.
Para comemorar estes 5 anos e vislumbrar mais outros tantos pela frente, O DILÚVIO promove um acontecimento especial. Uma semana de eventos com filmes e debates, culminando com um show na última noite. Em vista os mesmos objetivos de sempre, como de costume em nossas páginas: divulgar a cultura, discutir as idéias, integrar a revista e nossos parceiros artísticos e comerciais com o público leitor.
ATRAÇÕES
Festa show com Graforréia XilarmônicaAbertura: Fruet e Os CozinheirosFechadura: DJ BasketManara Bar, avenida Goethe, 20020 de Junho – 23hingressos: antecipado: R$ 10,00 - Lancheria do Parque (Osvaldo Aranha), Wallau Vídeo (Garibaldi esq. Cristóvão); Muffuletta (República, 657). Quem comprar antecipado concorre a brindes que serão sorteados no intervalo entre um show e o outro.na hora: R$ 15,00
- A Graforréia Xilarmônica está lançando duas músicas novas que integrarão o próximo disco, que está em fase de gravação. No repertório do show, canções dos seus três CDs, como Amigo Punk, Rancho, Empregada, além das novidades que já estão tocando nas rádios.
- Fruet e Os Cozinheiros conquistaram quatro categorias no último Prêmio Açorianos de Música. O reconhecimento da crítica gaúcha acontece logo após a banda retornar dos EUA, onde participaram do South by Southwest, importante festival alternativo que acontece em Austin, no Texas.
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Ciclo de filmes e debates após as sessões com convidados especiais
auditório da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS, rua Ramiro Barcelos, 2.705.18, 19 e 20 de Junho – 18h45minentrada gratuita
Os debates estão previsto para durar 50 minutos, e após seus encerramentos, será oferecido ao público uma degustação de comidas típicas das regiões destacadas nos filmes.
- 18/06 - HinduismoPalestrante: Lila DasCurrículo: Músico de mantras. Presidente do templo Hare Krishna de Porto Alegre - RS. Estudante da filosofia védica. Ministra palestra sobre a cultura védica há mais de 30 anos.
Filme: Ramayana - A Lenda do Príncipe Rama (1992, Índia/ Japão) 96min, dirigido por Yugo Sako
Sinopse: Temido pelo povo, Ravana exercia seu reinado maltratando e amedrontando a todos. Cansados de tanta crueldade, o povo implorava a Vishnu (Deus da Preservação) que ajudasse a se livrar daquele maligno e misterioso rei. Até que um dia suas preces foram finalmente atendidas na forma de um deus que desceu à Terra. Seu nome era Príncipe Rama. Ao receber a notícia, Ravana fica enfurecido e evoca os deuses do mal para destruírem o bom príncipe. A partir deste momento, tem início uma incrível e emocionante batalha entre as forças do bem e do mal.
19/06 - BudismoPalestrante: Maria Conceição DornelesCurrículo: Desde 1999 no Centro Budista Caminho do Diamante. Coordenadora do Centro Caminho do Diamante, em Porto Alegre - RS, aluna do Lama Ole Nydahl já ministrou palestras sobre budismo na Fase, Escola Santa Rosa de Lima e Uni La Salle.
Filme: Primavera, Verão, Outono, Inverno… E Primavera (2003, Coréia do Sul/ Alemanha) 99min, dirigido por Kim Ki-Duk
Sinopse: A história de um jovem vivendo em um tempo flutuante, sob os ensinamentos de um velho monge. Durante o aprendizado, cada estação do ano acaba representando um estágio da vida do jovem. Porém, a chegada de uma garota e a paixão entre ambos, acaba desviando o pupilo dos conselhos de seu mestre.
20/06 - IslãPalestrante: Christian KaramCurriculo: Historiador, com experiência em docência e pesquisa acadêmica sobre a História Medieval e Contemporânea da civilização árabe-islâmica, do Oriente Médio e do conflito árabe-israelense. Em relação a essas temáticas, já ministrou cursos e conferências no Brasil e na Colômbia, escreveu artigos e participou de debates e entrevistas nos meios de comunicação. Atualmente, organiza cursos e palestras e se dedica ao Mestrado em História Social na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).
Palestrante: Saleh BajaCurriculo: Saleh Baja, 75 anos, nascido na Palestina. Chegou primeiro no estado de São Paulo, em 1953, e passou dois anos em Lins trabalhando como mascate. Só então mudou-se para o Rio Grande do Sul. Desde o início suas atividades estiveram ligadas ao comércio têxtil. Saleh mantém suas tradições islâmicas, pratica e estuda a religião, já tendo ministrados diversas palestras sobre o assunto no Brasil.
Filme: O Destino (1997, França/ Egito), 135min, dirigido por Youssef Chahine
Sinopse: No século 12, em Córdoba, o prestigiado filósofo Averroes criou uma escola de pensamento que vem refletindo em todo o Ocidente até os dias de hoje. O califa Al Mansur, no entanto, influciendiado pelos fundamentalistas, ordenou que todos os livros do filósofo fossem queimados.Para manter o trabalho de Averroes vivo, seus familiares e discípulos fizeram cópias dos livros e, apesar da perseguição, resolveram levá-los para além das fronteiras do Islã. Mesmo perseguido, o conhecimento humano fez uma jornada em direção ao Outro, em direção ao Progresso. O Destino, no entanto, não é apenas um relato da vida de Averroes; é também um filme de aventura, de amor, uma sátira à intolerância, seja ocidental ou oriental. Com surpreendente coragem, o diretor Youssef Chahine faz uma resposta aos grupos integralistas que conseguiram fazer com que seu último filme, L'Émigré, fosse proibido em seu país. Essa resposta, porém, surge em forma de comédia, tanto para satirizar o próprio acontecimento quanto para defender a liberdade.
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O Ciclo de Filmes está sendo promovido pelos estudantes de Relações Públicas da UFRGS, Juliana Solano, Mario Borba, Rachell Fontoura e Rodrigo Colla, para a disciplina do 6º semestre do curso: "Organização de Eventos" ministrada pelo professor Pablo Fabian. Apoio cultural: Tytius Camisetas Alternativas"
“Porcos não olham para o céu” premiado melhor video em Cuiabá
Mais um premiado. Mais uma notícia bacana que recebo do pessoal. Em dias difíceis de se arranjar boas coisas pra dizer, transcrevo mais um email que recebi, saca aí:
"O curta digital “Porcos não olham para o céu” do gaúcho Daniel Marvel recebeu no último dia 31.05.2008 o prêmio do juri oficial de Melhor Vídeo do 15° Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá. Com mais este prêmio “Porcos...” se credencia para participar da próxima edição do Festival Internaciona do Audiovisual de Atibaia em São Paulo, considerado o "festival dos festivais" por reunir os curtas-metragens vencedores dos 10 festivais mais importantes do país entre eles Gramado, Brasília e Cuiabá.
“Porcos não olham para o céu” marca a estréia de Daniel Marvel na direção e é hoje um dos curtas gaúchos mais premiados dos últimos tempos tendo toda a sua equipe e elenco reconhecidos. Já recebeu 8 prêmios em mais de 15 seleções de festivais cinematográficos no Brasil e no exterior até o momento. As próximas participações do curta serão no 3° CINE OP - Mostra de Cinema de Ouro Preto em Minas Gerais e no 2° Festival de Cinema de Sta. Cruz das Palmeiras em São Paulo."
No nosso arquivo você encontra uma longa entrevista com o Daniel Marvel falando sobre vários projetos. Também no arquivo vídeos dos projetos mencionados, mas vou publicar novamente o trailer de Porcos Não Olham Pro Céu, para os mais preguiçosos.
Fria e Crua

Sobre o salão deste anoCom curadoria de Ricky Goodwin e Ana Pinta, o Salão recebeu, este ano,inscrições das mais diversas localidades, inclusive de países tãodistantes de nós como Irã, Iraque e Uzbequistão. Os paulistas foram oscampeões em número, enquanto o Rio de Janeiro ficou em segundo lugar. Noresultado, porém, uma surpresa: apenas um carioca está entre os dozepremiados, que se dividiram entre vários estados, confirmando que o SalãoCarioca – como a cidade que o sedia – é um evento cosmopolita.Juri do SalãoPara a seleção dos trabalhos foi escolhido um júri de peso, presidido porIque que, com seus 29 anos de profissão ganhou 2 prêmios Esso, e,atualmente, é chargista do Jornal do Brasil, escultor e redator de humordo programa Zorra Total da TV Globo. Também contou com feras como AnnaFortuna - atriz, coreógrafa, humorista e dona do projeto Garatuja´s, lojavirtual com desenhos de cartunistas; Benício – um dos maiores artistasgráficos do Brasil, grande ilustrador de cartazes e capas e livros – e odesigner Lobo - sócio da livraria Dona Laura e principal editor dequadrinhos do Rio de Janeiro, com a linha de humor & quadrinhos daDesiderata. E, para completar o grupo, o veterano do desenho de humorMariano, editor do Charge OnLine, que, com sua vasta experiência comochargista e caricaturista, muito auxiliou nesta difícil tarefa."
domingo, 1 de junho de 2008
Tales of the Magician Lançado no Brasil - "Minstrel'sDomain" VídeoClipe
No dia 05/06, a Magician se apresenta em São Leopoldo, fazendo o primeiro show de lançamento no estado do Rio Grande do Sul do albúm Tales of the Magician. Uma boa oportunidade de acabar com aquela história de que "santo de casa não faz milagres" e curtir os caras tocando ao vivo. Ou vai esperar esperar a imprensa e o público estrangeiro dizer que é bom pra correr atrás? Mais uma vez os gaúchos ou brasileiros, seja lá de onde, tem a oportunidade de assistirem bandas de heavy-metal de qualidade internacional nascidas e criadas por aqui. Bandas que tratam o público com todo o respeito, e que só querem isso em retribuição: respeito do público e dos empresários e produtores culturais.
Pra dar uma sacada no som dos guris da Magician assista ao videoclipe "Minstrel'sDomain". Música do albúm Tales of the Magician.
sábado, 31 de maio de 2008
Mario Bros Metal
O papo é nerd, mas o mundo está nerd. Caso contrário não estaria escrevendo e publicando com tanta facilidade na internet, nem tantas pessoas leriam ou conseguiriam encontrar essa postagem ou visualizar os vídeos aqui postados que são redirecionados do youtube. Tudo muito simples pra você, né? Pois lá nos anos 90 quando o Mário imperava quase só, acompanhado a uma certa distância pelos lutadores o Mortal Kombat e do Killer Instinct, pelo Príncipe da Pérsia ou pelos símios do Donkey Country, você seria considerado um nerd. Assim correndo risco de tomar um pau da galera do futebol e da bolita.
Ser nerd, maloqueiro e músico me trouxe muitas vantagens, principalmente, de socialização. Agora dá pra assumir sempre meio nerd. Viva ao Twin Peaks e ao Arquivo X, se for acompanhado de uma garrafa de vinho melhor. É o nerdismo-maloqueírista.
Seguindo esse corrente supra-citada dois exemplos bacanas lembrando o Mário, aquele de trás do cogumelo. Um vídeo incrível de um japa adepto da punheto-tecno-guitar tocando o tema principal do game( nintendo cumé esse guri toca tanto). No segundo vídeo outro grupo de descendentes de imigrantes tocando o tema dos ítalos-mundiais-hermanos-brothers-encadores. Derrubando o Sistema pelo encanamento com o System Of A Down.
domingo, 25 de maio de 2008
Proveitosa Prática - Insert Coins
Um Ano na Batalha
Doidivanas - Recuerdos da 28
domingo, 27 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Damn Laser Vampires - Bracadabro A Entrevista
Damn Laser Vampires: O selo (Devil’s Ruin Records, do Indiana) nos encontrou no MySpace e nos adicionou como amigos. Conversamos e eles mostraram grande interesse em conhecer mais da nossa música; mostramos mais, e em seguida recebemos o convite pra lançar o álbum nos EUA e Canadá. Não foi uma resolução imediata da nossa parte, houve muita conversa. Levamos bastante tempo pra nos decidir pela Devil’s Ruin, porque ainda estávamos aguardando resposta de selos brasileiros. A DRR foi muito receptiva desde o começo, inclusive modificando cláusulas do contrato a nosso pedido. Achamos que deu certo porque, como reza a tradição vampírica, não adianta bater nas portas, vampiros precisam ser convidados (risos).
Cor já: A DLV é banda do mundo e não de Porto Alegre, apenas, por causa da web ou o quê?
DLV: É inegável que sem a internet não teríamos feito nem a metade. Não teria havido MySpace, não teríamos tido atenção do selo, não teríamos feito os contatos preciosos que temos com pessoas de diversas partes do mundo (pelo menos não com a mesma velocidade), ou seja, não teríamos o controle que temos sobre nós mesmos e portanto provavelmente não teríamos ido adiante. Mas a internet é um parceiro, não uma razão de existir. Fazendo justiça a nós, a gente trabalha pra c****. Há outros elementos a nosso favor – o idioma que escolhemos, a mistura de sons que usamos, e que justamente nos deu uma exclusividade que ajudou a chamar atenção... mas o principal é que nós não paramos de trabalhar. Nunca. Quando você faz tudo sozinho, o esforço é maior, mas aumentam as chances de conseguir os resultados que você quer.
C: A banda tem participado de shows em outras cidades brasileiras, às vezes, com mais assiduidade que em Porto Alegre. A cidade tá meio devagar, em alguns aspectos relativos à musica? Público, donos de bar, bandas sei lá , parece que alguma coisa não fecha muito bem.
DLV: Sim, a gente percebeu uma mudança muito nítida nesses últimos meses em Porto Alegre. Pra pior. Bares fecharam, grande parte do público de rock passou a preferir as festas de eletro (que se multiplicaram muito)... e continua sendo muito difícil pras bandas que não têm equipamento próprio produzirem os shows sozinhas. Na maioria das vezes, a casa só disponibiliza o espaço físico e as bandas têm que correr atrás de equipamento, transporte, divulgação... no fim das contas, a parte da bilheteria que sobra pras bandas às vezes é tão pequena que não cobre nem os gastos. Por isso temos tocado mais fora da capital.
Num lugar como São Paulo, por exemplo, nós encontramos um cenário radicalmente diferente: a infra-estrutura das casas em que tocamos é ótima, não falta equipamento, e os lugares enchem. E os cachês são bons. Você pode tratar previamente e acertar um pagamento decente, que cobre os investimentos da viagem.
Gostaríamos de tocar bem mais em Porto Alegre – é o melhor público de todos, isso não temos dúvida; é onde se faz as melhores rodas punks, são os shows em que mais nos divertimos.
Nós achamos que, em parte, a situação do rock em Porto Alegre poderia ser melhor resolvida se os donos dos bares compreendessem melhor as necessidades das bandas e fossem mais parceiros. É claro que é uma questão que passa por outros fatores; seria preciso mexer em toda uma mentalidade “coletiva”, o que inclui os hábitos culturais da população também. Muitas bandas mesmo (às vezes veteranas, com mais de uma década de estrada) não se importam em conviver com essa precariedade e acham muito normal tocar de graça, por exemplo. “Só pela diversão”. Não parece ser o tipo de ajuda que a cena independente está precisando pra se valorizar.
DLV: “Bracadabro” foi feito no mesmo esquema dos dois anteriores produzidos por nós (“Saint Of Killers” e “Next Time You Ride”). Dirigimos as cenas, montamos o figurino, a Francis fez a maquiagem, e o roteiro foi uma espécie de história espontânea que foi surgindo com o andamento das gravações. Nós dois (Francis e Ronaldo) cuidamos da edição e pós-produção, no nosso estúdio de milhões de dólares (risos). As tomadas ao ar livre foram gravadas no jardim do Museu de Porto Alegre. Nós adoramos fazer vídeos, é sempre muito divertido e temos muitas idéias. E o esquema é não gastar nada, usar elementos que nós mesmos fazemos ou já temos (às vezes tirando do caixão da vovó). Perto de um orçamento de clipe da DLV, filme trash é Hollywood!
Corjeano:Tomar conta da carreira é legal mas pode levar facilmente pra qualquer um dos lados, para o sucesso e o prazer da autonomia, ou para o desespero e o ostracismo do "o que é que eu faço agora?". A DLV dá mais prazer ou mais trabalho? (eu imagino a resposta, mas a pergunta é só pra instigar mesmo)
Vampiragem: Hahaha! Dá muito trabalho, sem dúvida. Mas fazemos porque gostamos! A banda é formada por três ilustradores, amantes de cinema, quadrinhos e música. É normal que a gente queira dar continuidade a tudo isso, porque são coisas que nos dão muito prazer. Mas nada disso vem sem muito trabalho. Além da criação, nós também cuidamos de todo o resto – contatos, agenda, divulgação, promoção, e tudo isso principalmente pra estar lá no palco. Não tem espaço pra “desespero e ostracismo”. Claro que só fazemos o que está nas nossas possibilidades, mas procuramos fazer bem. Respondendo a pergunta, a DLV dá trabalho pra poder dar prazer.
Na edição de janeiro deste ano da Noite da Corja a DLV fez um belissímo show sob a projeção do Filme Nosteratu, confira as fotos aqui no site.
Fique atento às datas de shows.
Ronaldo Selistre (guitarra & voz)
Francis K (guitarra)
Michel Munhoz (bateria)
Trio pós-punk que mistura elementos como polka, psychobilly e new wave.
Formado em Porto Alegre em junho de 2005, estreou com o EP “The Devil Is a Preacher” e em 2006 lançou o álbum independente “Gotham Beggars Syndicate”, co-produzido por Alexandre Birck (Graforréia Xilarmônica) e gravado no estúdio Music Box. O disco foi relançado nos EUA e Canadá em abril de 2008, com faixas-bônus e novo tratamento gráfico, pelo selo norte americano Devil’s Ruin Records (www.devilsruinrecords.com).
A DLV foi destaque na 3ª edição brasileira da revista Rolling Stone e nos sites Tramavirtual, Senhor F e Urbanaque, entre outros; participou dos festivais Gig Rock III, Morrostock Open Air (RS) e Goiânia Noise Festival XIII. A banda também está na trilha do filme “Ainda Orangotangos”, de Gustavo Spolidoro, com 4 faixas.
A DLV dirige e produz seus próprios vídeos, como o novo “Bracadabro”, que pode ser visto aqui:
http://www.youtube.com/damnlaservampires
Próximos shows:
02/05, sexta-feira, Laika Miniclub (Porto Alegre):
DAMN LASER VAMPIRES, SPACE RAVE & TOM ENOLA
Santana 375, esq. Lobo da Costa
15/05, quinta-feira, CB Bar:
Rua Brigadeiro Galvão, 871 - Barra Funda - SP
16/05, sexta-feira, ASTRONETE Bar:
Rua Matias Aires 183-B entre Augusta e Haddock Lobo - Consolação - SP
17/05, sábado, Clube BERLIN :
DAMN LASER VAMPIRES & THE BLACKNEEDLES
Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 85, Barra Funda - SP
^!!!^
Notícias: http://www.fotolog.com/dlvampires
SITE OFICIAL:
http://www.damnlaservampires.net
MYSPACE: http://www.myspace.com/damnlaservampires
CLIPES: http://www.youtube.com/damnlaservampires
Noite da Corja Edição Abril - 2008

Nesta quinta-feira décima edição da festa que mostra o melhor da música independente gaúcha, agora no Porão do Beco.
Festa Noite da Corja
Na pista o som que vez a cabeça da galera mais alternativa nos anos 90, hits, trashs e lados b.
No palco duas bandas independentes:
Severo em Marcha e Valentinos
Quinta-feira 24 de abril 23h
Porão do Beco, Av, Independencia 936
ingressos: R$ 15 no local
Apoio: Tirage Serigrafia
Realização: http://www.corja.net/

Amor, ódio e juventude; baixo, guitarras e bateria.Valentinos do latim valentinus, valoroso, forte, saudável ou seria uma homenagem a Rodolfo Valentino, primeiro símbolo sexual do cinema e protótipo do "amante latino". Algumas inspirações vindas do cinema outras da arte de viver dão vida a vontade de compor e tocar para quatro jovens portoalegrenses.Valentinos é uma banda que faz rock. Formada no início de 2008 conta com Jonts (Voz/Guitarra), Foppa (Guitarra/Voz), Che Wodarski (bateria), Penha (baixo), Com suas principais influências o Britrock 60` e 90' o grupo está em sua melhor forma

A banda surgiu em Janeiro de 2007 formada pela junção de integrantes de duas bandas confirmadas na cena rock de Passo Fundo, BrancoLarera e Rabo de Peixe, que mudaram para Porto Alegre no início de 2006, visando mostrar seus registros musicais para novos públicos.O som da Severo Em Marcha é inspirado nas mais ricas e diversificadas vertentes do rock, não necessariamente focadas numa determinada época, mas sim, extraindo o que cada fase trouxe de melhor para a música, ou seja, soando como se houvessem computadores nos campos de algodão do Mississippi na década de 20, ou como se ousasse um pacto com o capeta numa esquina da Av. Oswaldo Aranha em Porto Alegre.
domingo, 20 de abril de 2008
Sangue Sujo - Jesus Cristo Vai Voltar
Se foi realmente isso eu não tenho certeza, mas era o que se comentava nas internas do Bizz, onde passávamos o dia inteiro tomando vinho, cuidando do estúdio (tentando), ou simplesmente acompanhando a Lúcia, proprietário do local, em um dos seus corriqueiros góros.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Mallu Magalhães - J1 Em Uma Noite quase Perdida Por Mim
O pouco que eu havia escutado tinha me convencido que a menina era boa. A questão estilo musical era minha grande interrogação. Seria um eco do new folk que aflora pelo mundo? Influência americana ou sueca?
Encontrei a Mallu Magalhães no hotel onde ela estava hospedada, após esperar por quase meia hora, a culpa foi minha apressei a equipe e chegamos antes do combinado. Esperar sempre mexe com minha disposição.
Armado de um mau humor típico dos senhores na casa dos 70 anos, aprisionados em corpo de homem de 30, parti para cumprimentar a menina que chegava para a conversa.
Estendi minha mão e recebi um muito abraço apertado e sincero. Foi como se o terceiro pára-quedas não abrisse e último tiro engasgasse.
Totalmente desarmado fui pra entrevista. Entrevista? Conversa. Conversa de menino de quinze anos escondido em corpo de homem de 30, com menina de quinze em solta no corpo e no semblante de 13.
O resultado disso tudo: uma matéria jornalística razoável e uma incrível conversa. Nada melhor pra salvar uma noite modorrenta de sábado.
Para os que se interessam apenas pela música, e não por tudo mais que ela agrega (como extensão do caráter, sensibilidade, comprometimento ideológico, aspecto lúdico) segue aí o tal do som que é mencionado lá no título desta postagem.
Tá bem . Eu sei que existe gente curiosa em saber opiniões, e aqui sempre registro a minha. Então, em relação ao show: a coisa toda transcorreu na boa. Realmente a menina é talentosa, a super exposição não é à toa. Espero poder conferir uma apresentação da Mallu com banda o que realmente deve ser empolgante.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Bela Porcaria


terça-feira, 1 de abril de 2008
Amigo Punk - Marcelo Birck
Também no dia 28 de março entrou no ar o site http://www.marcelobirck.com/ com muita informação sobre o artista e músicas pra ouvir e baixar.
Na seguência um registro de um dos momentos "hits saudosistas" deste baita show, registrado atrvés de máquina fotográfica.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Os Boçais - O Filme
Show de Lançamento "Timbres Não Mentem Jamais" Marcelo Birck

Meus caros, dia 28 de março (uma sexta-feira), 20h, no Teatro do SESC Porto Alegre (Alberto Bins, 665), show de lançamento do CD "Timbres Não Mentem Jamais", patrocinado pelo Programa Petrobrás Cultural (através da Lei Rouanet). Além deste que vos tecla, integram a banda Alexandre Birck (bateria), Bruno Alcalde (guitarra) e Moysés Lopes (baixo e laptop). No repertório, obras de toda a carreira, passando por Graforréia, Atonais e Aristóteles de Ananias Jr. Ingressos a 15 pilas, 23 pra quem levar o CD. Antecipados a R$ 10,00 no Music Box Estudio (Benjamin Constant, 1544, Porto Alegre). Para os que gostam de cantar junto, segue a lista das músicas a serem apresentadas (a maioria delas você pode escutar aqui):
terça-feira, 25 de março de 2008
Marcelo Birck - Ié - Ié - Ié do Oiapoque ao Chuí (Bate-Papo)
Dissonâncias, atonalismo, Jovem Guarda, vanguarda eletrônica. Mais uma vez sentei com Marcelo Birck em uma praça (minha primeira entrevista com ele também foi em uma praça, acredito que o Birck curta esse clima de pique-nique) e conversamos sobre os rumos que a carreira deste grande nome do rock gaúcho tomou. Invariavelmente nossas conversas ( não considero mais do que isso, pois entrevista dá um sisudo pra uma coisa que é super descontraída) se estendem muito além do publicável. Curiosidades de fã que acompanha o desenvolvimento de um trabalho desde lá dos longínquos anos 90. Década muito cara a este site. Período fundamental para a formação musical e pessoal deste que escreve. Engraçado porém, é o tom com o qual o Marcelo conversa comigo. Algo do tipo "papinho trivial com amigo de esquina". algo parecido com a conversa que levo contigo agora. Tu quem eu não tenho a menor idéia de quem seja, mas que acredito que possamos compartilhar idéias e ideais.
Parte deste bate-papo virou matéria a ser exibida no programa Radar da TVE-RS, outra parte segue aí. Arranja um espaço e senta aí pelo chão também, e participa desta roda de prosa sob o sol ameno de final de verão em Porto Alegre.
Vanguarda Jovem
Marcelo Birck: O ponto focal do meu trabalho é justamente uma interação com referências que a princípio seriam de conflito com esse material. No inicio dos 80 quando eu comecei a tocar eu tomei contato ,por acaso, com a música de vanguarda do séc. XX e pensei: Como assim? O que esses caras tão fazendo? a minha impressão foi rejeitar, era uma coisa esquisitissíma. Mas eu fiquei tão intrigado com fato das pessoas estarem fazendo aquilo, e eu pensei tá qual é o propósito de se fazer uma música dessas? E eu me interessei em conhecer, e fui indo mais a fundo,buscar coisas diferentes. Atrás dessas informações eu acabei fazendo a faculdade de composição aqui na UFRGS ( Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e durante muito tempo foi um grande conflito. Afinal de contas o que é que eu faço? Será que eu faço rock, Jovem Guarda, ou eu faço musica de vanguarda? Até que um dia me deu um "click": eu faço as duas coisas.
E eu acho, pra mim, o grande barato de trabalhar nessas composições é justamente administrar esse paradoxo da coisa culta, refinada, de pesquisa com outra que visa a comunicação direta. Ou seja, seria o meu lado fazedor de hits e um lado pesquisador que se encontram no meu trabalho solo.
Quem morreu foi o artista e não o cd
M. Birck: Realmente eu não posso me queixar da aceitação que esse meu primeiro cd teve, ate´porque hoje em dia esse retorno é muito indireto. Não é só questão de venda do dinheiro que o cara te dá diretamente pela compra, ele coloca em circulação diversas coisas. Eu toquei em dois festivais que foram muito bacanas. O "Isso É Música" em 2004 no Rio de Janeiro, e no TIM Festival em 2006, que foram duas experiências ótimas. Então tem essa parada, a gente tem que saber muito a que público chegar, o que aquele cd vai estar colocando em circulação, de que maneira a gente pode trabalhar ele, uma coisa que vai muita além do cd estar na loja. Hoje em dia essas relações econômicas pra arte, pra música em geral mudaram muito.
Hoje em dia o público é tão segmentado, e a gente tem tanto feed back de várias formas, é internet, emails, tv, rádio. Se a gente vai pensar em todas as divulgações possíveis pra se fazer hoje em dia, coisa que há dez anos atrás era uma coisa incipiente. Os critérios mudaram e muita gente ainda não sabe como lidar com isso. A questão de gravadora, muita gente diz: o cd morreu. Eu não acho que o cd morreu. O cd adquiriu outras funções, e particularmente eu acho que não tem nada a ver com mídia. No meu entender é uma grande ilusão imaginar que a interatividade vai tomar conta de tudo. Até porque a interatividade é uma coisa muito cansativa. Então me parece que esse papo de que o cd morreu é uma desculpa das gravadoras que não sabem o que fazer, e estão procurando um motivo pra usar como desculpa por não saber trabalhar a coisa. No meu entender o que acontece é que durante vários anos as gravadoras ignoraram o lado artístico, levaram em consideração apenas o lado burocrático-contábil da coisa. E claro chegou uma hora que o cd simplesmente não vale mais por que aquele produto não vale a pena ser consumido.Mas por outro lado eu creio que um produto autoral, numa mídia razoavelmente fechada como o cd, ele continua a ter seu valor. Essa crise no mercado é responsabilidade das gravadoras terem negligenciado de maneira tão radical o lado artístico da coisa.
Conheça mais do trabalho de Marcelo Birck em: http://marcelobirck.blogspot.com/
M.i.P.v No Rj
Primeiro a divulga da agenda da dupla. Segue email recebido por mim escrito pela Laura L.
"Músicas intermináveis
para Viagem
(M.i.p.V)
banda de trip rock instrumental
de Porto Alegre (RS)
se apresenta ao vivo no programa Atitude.com (TV Brasil-Rio de Janeiro), dia 28/03, sexta-feira, às 18h,
e faz show no Rio, dia 29/03, sábado,
no Audio Rebel
(R. Visconde Silva, 55, Botafogo)
+ as bandas cariocas Choose a Life e Do Amor
a partir 18h
Ingressos: R$ 8 e R$ 6 (lista amiga) "
Ficou ciente do assunto agora assiste o clipe do som que faz parte da trilha do filme 3 Efes de Carlos Gerbase.
www.myspace.com/mipv
www.youtube.com/musicasinterminaveis
musicasinterminaveis@yahoo.com.br
domingo, 23 de março de 2008
Voltanto e volteando
Estamos no ar desde maio do ano passado, no mesmo mês também colocamos o projeto Noite da corja na rua. Com forte adesão das bandas independentes do RS. Grupos recém formados, bandas com algum experiência nos palcos gaúchos e nacionais, com bom público, com poucos pagantes rolou de um tudo ( como diria a minha mãe). O saldo disto é poder comprovar que: se a coisa está meio devagar na cena cultural da cidade não quer dizer que estão todos de braços cruzados, sentados esperando o pior ou dias melhores. As edições de dezembro, janeiro e fevereiro tiveram um bom público, que prestigiar grandes apresentações. Contrariando o que a maioria pensa o período de supostas férias, momento no qual Porto alegre estaria fazia e todos pensando apenas em praia e Carnaval. A aposta era exatamente esta fugir do esperado e do óbvio.
Aqui pelo site apesar do meu esforço algumas coisas capengaram, mais isso não vai ficar assim. Ah não vai. Nosso podcast que deu uma estacionada volta muito mais incrementado com mais entrevistas, músicas e coisas bacanas e melhor com periodicidade definida. Novos vídeos serão produzidos exclusivamente para o site além das gravações feitas nas edições da noite da corja.
Enfim a coisa está fluindo, obviamente graças ao apoio da galera que passa por aqui lê, assiste os vídeos, escutas os som pinta nos eventos. Pensando nesse povo que a partir de maio deste ano, quando comemoraremos o primeiro aniversário do projeto, está prevista uma série de reformas no site e na Noite da Corja. Um presente pra tornar mais fácil a missão de nos aturar, ou não. De qualquer forma estamos aí e “conosco ninguém podemos”?
terça-feira, 4 de março de 2008
Que Tal Um Choque Pra Voltar À Rotina Com A Pilha Toda
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Faith No More/Boo-Ya Tribe - Another Body Murdered
Boo Yaa Tribe - Bloodhead
Então na sequência algumas postagens apenas com video-clipes. Santo youtube, nada como um feriado pra se ficar garimpando coisas legais, e fugir do marasmo e do alalaô.
AdeNóide - De Vez Em Quando e Mais Nada Noite da Corja Jan/08
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Grito Rock Porto Alegre
Mas voltando ao evento em questão: Festival Grito Rock América do Sul é um puta evento que vai acontecer em 50 cidades brasileiras e em mais três de países vizinhos na nossa América. Em Porto alegre o evento (Festival Grito Rock Porto Alegre) chega pela primeira vez nos dias 01/02 e 02/02.